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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Esperar e promover multiplicação espiritual

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O Senhor nos ordena que sejamos frutíferos, multipliquemos e enchamos a Terra. Tudo que tem vida deve se multiplicar. Crentes que conduzem outros a Cristo se multiplicam. Células se multiplicam. Igrejas se multiplicam.
Uma chave para experimentar multiplicação espiritual é esperar que ela aconteça (Gênesis 1.28; Atos 6.1,7; 9.31). Um espírito de fé bíblica e genuína deve estar presente em cada fase, cada etapa da vida da célula e do discipulado para garantir resultados divinos.
O ministério de células deve treinar o maior número possível de líderes como preparação para as futuras multiplicações das células. Cada célula não pode ter apenas um auxiliar, mas vários. O ideal é que cada membro da célula seja um auxiliar. No momento da multiplicação ou fundação de novas células, alguns ou todos estarão preparados para desempenhar a nobre função de cuidar dos irmãos, liderá-los para a maturidade.
Na visão do MDA, o ideal é que a célula se multiplique duas vezes ao ano. Assim, em 12 meses, uma célula deve treinar, no mínimo, seis auxiliares diretos e três indiretos.
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Extraído do Livro “Treinamento de Líderes de Células” – Abe Huber & Ivanildo Gomes, MDA Publicações, 2010.
Se deseja saber mais sobre o

segunda-feira, 13 de junho de 2016

COMO VENCER A TIMIDEZ PARA LIDERAR SUA CÉLULA

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“Minha célula vai multiplicar e eu serei o líder porém sou muito tímido.” Você já passou por isso ou já viu alguém nessa situação?
O primeiro ponto é que é bom sinal saber que sua célula vai multiplicar.
Isso significa que vidas estão sendo alcançadas e abençoadas e para isso continuar a multiplicação da célula será necessária, assim mais vidas serão alcançadas e as que já foram permanecerão sendo cuidadas e preparadas com qualidade.
Acredito que se você vai liderar é porque se candidatou a isso e também se preparou e está sendo preparado para isso pelo seu líder e que ele vê em você capacidade para assumir essa responsabilidade. Além de sua preparação através do seu líder creio também que Deus também tem trabalhado em você e te preparado para fazer o que tem que ser feito.
Então você se candidatou, se preparou, teu líder está te treinando e Deus tem te preparado dia a dia para assumir esse novo grupo. Creia que você está apto para assumir essa função e execute ela da melhor forma possível crendo que Deus é contigo e que Cristo será glorificado dia a dia nesse novo grupo.
Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; Para que nenhuma carne se glorie perante ele.” 1 Coríntios 1:26-29
Mesmo com sua timidez as coisas tem tudo para dar certo não simplesmente por você ser capaz, mas por que Cristo te capacita!
Agora quanto ao fato de ser tímido, sempre ouvi meu pai dizer que do problema nós não fugimos, mas nós encaramos e enfrentamos de frente. Reconhecer que é tímido é o começo, mas você não pode permitir que a timidez te paralise.
Deus espera que sejamos ousados para fazer a obra dele por isso se quer mesmo liderar a célula ore e peça para Deus te dar sabedoria e graça para cuidar das vidas e comunicar a palavra de forma simples e clara.

2 passos práticos para vencer a timidez durante a reunião da célula

  • Estude a palavra com antecedência, isso vai te dar segurança para compartilhar a mensagem
  • Tenha um roteiro do que vai acontecer na célula por escrito, assim você vai saber o que falar e para qual parte da reunião da célula deve ir.
Sair da zona de conforto não é fácil, mas é o que Deus espera de nós.
Espero que você tenha gostado desta mensagem e que Deus tenha falado ao seu coração.

O que achou dessa mensagem? Deixe seu comentário e compartilhe com seus amigos!
Grande abraço, Deus abençoe

segunda-feira, 6 de junho de 2016

7 INIMIGOS DO DISICIPULADO


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Jesus disse em João 15:8: “Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.”
Jesus, neste texto, deixa claro que o discipulado gera frutos, muitos frutos. Então, por que muitos discipulados não estão dando frutos? Porque existem algumas situações que atrapalham o discipulado de dar frutos.
O “bom discipulado” sempre dá fruto. Quando o discipulado não está dando frutos é porque alguma coisa está atrapalhando. São diversos os fatores que poderiam ser mencionados. Porém, sete deles são, inegavelmente, inimigos do discipulado:

1 – A Falta de Preparo

Todo o discipulado, para gerar frutos, precisa de um preparo. O discipulador precisa se preparar para se encontrar com o seu discípulo no dia e hora marcados. Ele precisa ter um conteúdo para compartilhar com o seu discípulo. Ele não pode ir de qualquer maneira, sem um preparo do que vai compartilhar.
Da mesma maneira que um pastor se prepara para ministrar um culto, ou um líder se prepara para liderar uma célula, é extremamente importante que se vá para a reunião de discipulado preparado. Como?
  • É preciso separar um texto bíblico como base para o que vai ser compartilhado;
  • Bem como, um “modelo” daquilo que vai ser compartilhado e/ou perguntado ao discípulo;

2 – O Domínio do Discipulador

O discipulado não pode ter domínio, ou pressão, do discipulador. “Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos.” Zacarias 4:6b.
O discipulador precisa ter esta verdade em seu coração. Ninguém muda a vida de ninguém. Quem tem o poder de mudar as pessoas é o Espírito Santo de Deus. O discipulador precisa entender bem a verdade de que ele não é “dono” do seu discípulo.
O papel do bom discipulador é motivar o seu discípulo a crescer em Deus e a ter experiências com Deus. Pois, são essas experiências que vão transformando o discípulo. Se o discipulado for baseado no domínio opressor por parte do discipulador, o discipulado não dará frutos.

3 – A Falta de Transparência

Quando há falta de transparência entre as partes, a reunião de discipulado “trava” e a vida do discípulo fica paralisada, “engessada”. Quando o discípulo não é transparente com o seu discipulador, invariavelmente, ele vive debaixo de opressão, depressão e desânimo. Ele já chega para a reunião de discipulado assim, desmotivado.
E, tudo isso apenas porque ele não tem sido transparente a respeito das coisas que ele tem sentido, das coisas que ele tem pensado e das coisas que ele tem enfrentado no seu dia a dia. O “bom discipulado”, o discipulado que frutifica, precisa de transparência.

4 – A Falta de Compromisso

Este inimigo pode aparecer tanto por parte do discípulo, quanto por parte do discipulador. O discípulo sem compromisso é aquele que se esquece facilmente das reuniões de discipulado agendadas e nem se preocupa em dar uma satisfação pelo simples fato dele não ter se lembrado da mesma. É como se ele não estivesse “nem aí” para as reuniões agendadas.
Porém, também acontece com discipuladores que se esquecem de suas reuniões de discipulado. O discípulo o procura, agenda a reunião e quando ele chega para a reunião o discipulador não está ou não pode atendê-lo por haver esquecido o compromisso marcado.
Essas duas situações minam o discipulado pouco a pouco fazendo com que ele não funcione da maneira com que tem que funcionar e o torna infrutífero.
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5 – A soberba

Uma das coisas mais terríveis que pode acontecer em um discipulado é o discipulador estar cuidando e discipulando alguém que é soberbo. A pessoa quando é soberba ela acredita que já sabe de tudo e sobre tudo.
Então, se o discipulador vai compartilhar um texto bíblico, ela já diz que o conhece e que já sabe o que se quer dizer; se o discipulador vai compartilhar outro assunto qualquer, ela também faz questão de dizer que conhece sobre o assunto e não tem nada mais a aprender sobre aquilo; enfim, tudo ela centraliza no conhecimento dele.
Por isso, para ser um bom discípulo e cooperar para que o discipulado seja frutífero, como é da vontade do Pai, é preciso ser humilde, quebrantado e ter o desejo de sempre aprender um pouco mais com o discipulador.
É preciso que cada um se esvazie de si mesmo para que se aprenda um com o outro. Pois também podem acontecer casos onde o discipulador é soberbo e só ele fala nas reuniões de discipulado.
Isso também é muito ruim. Isto impede o discípulo de expressar uma experiência ou uma dificuldade, por exemplo, e acaba por afastar o coração do discípulo, impedindo o discipulado de frutificar.

6 – A Mentira

A Bíblia diz, em João 8:44, que o diabo é o pai da mentira. Em Atos 5, a Palavra nos conta que Ananias e Safira morrem em decorrência de uma mentira. E, também por causa da mentira, muitos discipulados estão morrendo. São discípulos que contam mentiras para seus discipuladores para se desculpar ou para se justificar.
São discipuladores que contam pequenas mentiras para os seus discípulos. A mentira quebra a confiança do relacionamento de discipulado e faz dos discipulados infrutíferos.

7 – Fofoca

Nem sempre a fofoca vem por parte do discipulador, que pode contar a vida de seu discípulo, como se pensa. É bem verdade que esta é uma possibilidade verdadeira, porém, que não deve acontecer.
O discipulador precisa ser alguém de muita confiança onde, tudo o que ele receber de informação de seu discípulo ele vai guardar para si. Agora, também é verdade que existe o caso de discípulos que sentam e não falam sobre si, antes, falam de outras pessoas, do vizinho, do parente, do irmão da igreja… de qualquer um, menos dela mesma.
O discipulado é para o discípulo abrir as suas dificuldades, falar sobre o que ele está passando, pedir ajuda e orientação sobre como avançar e vencer a fase que ele está vivendo.

quinta-feira, 3 de março de 2016

A qualidade que produz quantidade

Se nosso desejo é formar discípulos precisaremos resistir ao impulso de querermos ver logo os bancos da igreja cheios. Precisamos optar por um trabalho de longo prazo, porém mais seguro, que produz quantidade com base na qualidade.
Todos nós tentados a avaliar o sucesso de um pregador que atraem, pelo seus recorde de público. No entanto, sabemos que o valor ou solidez de um grupo ou igreja deve ser avaliada nos termos do número de discípulos que ele possui, todos comprometidos em agrada a Cristo.
O que mais tem prejudicado a Igreja hoje é o excesso de programação voltada para o entretenimento. Esse tipo de mentalidade multiplica espectadores e desestimula a participação direta dos crentes. A inviabilidade de um envolvimento pessoal de cada membro na adoração apaga o clima espiritual das reuniões.
O exemplo do Senhor Jesus é único: ele pregou para multidões, realizou grandes milagres, deu de comer a milhares numa mesma ocasião, curou muitos enfermos, porém, objetivando o êxito, concentrou seus esforços em apenas doze homens. Sempre manteve suas prioridades na ordem correta.
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Extraído do Livro “Discipulado Fácil” – Elvis Oliveira, Editora Premius, 2010.
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Como ganhamos pessoas hoje?

766327cca6b097f02beee12149b8e93bTem um provérbio africano que diz o seguinte: “Os cachorros de ontem não conseguem caçar os coelhos de hoje”. Porque à proporção que o tempo passa, os coelhos vão ficando mais espertos. Então, nós precisamos melhorar o faro dos cachorrinhos. Um cachorro esperto vai sempre se atualizando, vai acompanhando os movimentos da caça.
Como é que nós evangelizamos? Uma mudança bem simples foi feita em Fortaleza. Nós chegamos em 2005. Primeiro, como é que a gente evangelizava antigamente? Batíamos nas portas e dizíamos: “Oh, de casa!” Aí a senhora respondia lá de dentro: Oh, de fora!”
Aí a mulher desligava o fogão, e vinha atender as visitas. Então, você dizia que tinha um folhetinho, que queria falar um pouco de Jesus, e ela parava para ouvir. Nós descobrimos que alguns desses métodos não funcionam tão bem nos dias de hoje.
Se você bate na casa de alguém, querendo dar um folheto, falar de Jesus, você pode não ser tão bem recebido como antigamente. Antes de você já bateu ali um vendedor de cosméticos ou energéticos; representantes de colchões mágicos; propagadores de seitas; empréstimo consignado; cortador de grama de jardim;matador de ratos, de cupins e de baratas; vendedor de consórcio, de plano odontológico, etc… Um bocado de gente já passou por lá. Muitas vezes a dona da casa nem está lá, pois trabalha fora; quem atende é a empregada, a babá das crianças. Como evangelizar batendo palmas na porta de um condomínio, se você nem passa pela guarita? Como evangelizar batendo palmas em prédios de apartamentos, tipo o décimo ou vigésimo andar, por exemplo?
Então, como foi que nós evangelizamos no início, em Fortaleza? Chegamos numa cidade de quase 3 milhões de habitantes. Como nós íamos fazer agora? Como alcançar as pessoas? Nós estamos há 10 anos em Fortaleza. Nós nunca entregamos folhetos com carimbo da igreja. Nós não fizemos aquele tópico “oh, de casa!”. Nós nunca fizemos um culto na praça, com um caminhão servindo como palanque, como um púlpito, com pregação e louvor.
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Extraído do Livro “Transição da Igreja” – Ivanildo Gomes, MDA Publicações, 2014.
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Deus Está Nos Transformando

Eu nasci de novo na era do movimento de Jesus. Lembro-me de frequentar a igreja Calvary Chapel duramente os primeiros dias do movimento. Nós lotávamos as vans de pessoas, viajávamos para a Calvary para ouvir a Palavra, tínhamos comunhão com as pessoas no final, e depois voltávamos para casa juntos. Sim, o ensino da Bíblia era ótimo. Porém, mais do que qualquer coisa, o toque de calor humano e a interação com outros irmãos e irmãs me ajudaram a crescer na fé.
Deus usa pessoas para nos moldar. O prisioneiro Paulo pediu que Timóteo, seu “amado filho na fé”, viesse até ele na prisão nos últimos dias de sua vida. Ele almejava que Timóteo estivesse perto. Paulo não tinha esquecido as lágrimas derramadas por Timóteo quando eles separaram-se pela último vez (II Timóteo 1.4).
Lembrando-se da congregação em Tessalônica, Paulo orou “noite e dia” para ver o seu rosto (I Tessalonicenses 3.10)
O velho João sabia que a sua alegria não seria completa até que ele pudesse falar a seu povo face a face, em vez de escrever-lhe com tinta (II João 12).
Quando vivemos em isolamento, podemos facilmente perder a perspectiva correta da vida. Não há voz objetiva nos chamando para o equilíbrio. Nosso ponto de vista torna-se nublado, e as coisas tendem a parecer pior (ou melhor) do que realmente são.
Deus está no processo de nos transformar em discípulos relacionais. O mundo quer nos conformar ao padrão do individualismo, mas Deus quer nos transformar em Sua própria natureza. E assim como Ele vive em perfeita harmonia, Ele nos chama a fazer o mesmo.
A boa notícia é que o Deus Trino vive dentro de nós e é poderoso para nos moldar em discípulos relacionais.
Eu o encorajo a resistir o conforma-se com essa cultura de forte individualismo. Peça a Deus para fazer de você um discípulo relacional, que cumpre o “uns aos outros” presente nas Escrituras. E lembre-se de que o discipulado relacional começa com as pessoas mais próximas de nós. Quando desenvolvemos relacionamentos profundos e íntimos com aqueles que nos conhecem melhor, podemos então nos espalhar para os outros e, finalmente, alcançar o mundo perdido para Jesus Cristo.
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Extraído do Livro “Discipulado Relacional” – Joel Comiskey, MDA Publicações, 2014.
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Campeões fora de forma

Campeão não é aquele que não sente dores, nunca erra ou nunca tropeça. Um campeão é alguém que mesmo com limitações, luta para superar cada uma delas, e persevera. Devemos perseverar em mostrar o amor de Deus em toda e qualquer circunstância. Mesmo caindo e tropeçando, um campeão se levanta e avança.
Como seguidores de Cristo não estamos imunes ao conflito, por isso precisamos aprender a resolver nossas desavenças de maneira que honre ao Senhor. E em assim fazendo, estaremos manifestando a graça e a bondade do Senhor, evidenciando o Seu amor.
Dizem que as “brigas nas igrejas geram os piores conflitos”, talvez porque ocorram entre pessoas que professam a fé na unidade e no amor. Muitos cristão foram tão feridos por um irmão na fé, que saíram da igreja e jamais retornaram.
Evódia e Síntique, como duas conceituadas mulheres macedônias, tinham grande destaque na igreja cristã de Filipos. Elas eram conhecidas por terem forte personalidade, e a desavença entre ambas quebrava a harmonia e o bem-estar daquela comunidade a quem Paulo ministrava, por assim dizer, o dom da alegria, do gozo e do regozijo redobrado. Curiosamente, não se tem pista do que realmente acontecia entre Evódia e Síntique. Também, fosse qual fosse a querela, como se sabe, diante da cruz de Cristo ninguém tem razão em nutrir contendas. Certamente, estava havendo uma ferrenha disputa que afetava a igreja local e suas lideranças, já que comportamentos assim criam partidarismo e afetam as pessoas próximas.
A leitura pública de uma carta vinda das mão de um homem de Deus com o caráter do apóstolo certamente poderia provocar o afastamento de ambas por iniciativa própria, pois ficariam envergonhadas – ou elas, por si mesmas, tomariam a posição de obedecer ao que Paulo estava sugerindo, e fariam a alegria dele, com o seu santo e reto procedimento diante dos fatos.
É interessante que as duas têm nomes muito lindos. Por “lindos” quero dizer o seu significado original, não como eles soam em português. Eu cuido de uma grande igreja, com muitas pessoas e nomes os mais variados, mas não me lembro de ter conhecido irmãs com esses nomes na igreja, nunca. O nome Evódia, no original grego, significa “ir bem”, “prosperar”, “fazer uma boa jornada”. Por sua vez, Síntique, que também é um nome grego, significa “afortunada”.
Apesar do significado tão forte e tão sugestivo de seus nomes, as duas irmãs não estavam caminhando na realidade de quem elas eram. Viviam na pobreza espiritual da falta de amor e perdão. Essas duas irmãs na fé estavam contribuindo para uma possível instabilidade da harmonia familiar dos irmãos filipenses.
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Extraído do Livro “Amor: O caminho mais excelente” – Abe Huber, MDA Publicações, 2013.
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Em que temos falhado?

No corpo global de Cristo dos dias de hoje é raro encontrarmos verdadeiros ministérios de “multiplicação”. Muitos crescem mediante a adição, e algumas igrejas permanecem no mesmo nível, com a assistência até mesmo diminuindo em outras áreas.
Dados de 2009 mostram que 85%de mais de 350.000 igrejas nos Estados Unidos estão diminuindo em frequência ou se mantêm com a mesma quantidade de membros. 2/3 das igrejas estão crescendo porque as pessoas vêm de igrejas que estão mortas ou morrendo. Menos de 3% das igrejas nos Estados Unidos estão crescendo ou aumentando o número de novos convertidos.
No Brasil, milhares ou até milhões se convertem todos os anos. As igrejas até que enchem, mas falta um acompanhamento constante, um discipulado sério. Por conta disso temos muitas igrejas frágeis, superficiais, supersticiosas e sincréticas.
Jesus enfatizou com igual valor a evangelização e o discipulado. Falhamos quando enfatizamos somente um e não os dois. Ambos são inseparáveis.
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Extraído do Livro “Treinamento de Líderes de Células” – Abe Huber & Ivanildo Gomes, MDA Publicações, 2010.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Cristão, seja realista em suas expectativas













“Não precisava que ninguém lhe desse testemunho a respeito do homem, pois ele bem sabia o que havia no homem” (João 2.25).

Jesus via sempre o melhor das pessoas, e fazia questão que essas qualidades viessem à tona. Mas Ele não era ingênuo; Ele conhecia a fragilidade humana. Quando alguém o desapontava, Ele não reagia com raiva ou distanciando-se das pessoas. Nós lemos na palavra: “Enquanto estava em Jerusalém, na festa da pascoa, realizando e creram em seu nome. Mas Jesus não se confiava a eles, pois conhecia a todos. Não precisava que ninguém lhe desse testemunho a respeito do homem, pois ele bem sabia o que havia no homem” (João 2. 23-25)

Jesus sempre pedia que Seus seguidores O ultrapassassem, mas sabia que, mesmo com os seus melhores esforços, eles nunca seriam perfeitos. Mesmo assim, Jesus nunca deixou de amá-los ou de confiar neles. A mesma coisa você deve entender e aplicar sobre seus entes queridos, e tratá-los adequadamente. Não existe relacionamento perfeito, e emprego perfeito, a igreja perfeita, nem o bairro perfeito.

Deus sabe, e por isso mesmo deu instruções sobre como nos relacionarmos com aqueles que nos decepcionam: Levai os fardos uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo” (Gálatas 6.2). Qual é a lei de Cristo? Ele nos diz: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros como eu vos amei…” (João 13:34).

Para amar como Jesus amou, você tem que fazê-lo incondicional e livremente. É sempre muito mais fácil falar sobre como tratar adequadamente aqueles que irritam o outro, do que colocá-lo em prática. Mas o Senhor nunca nos pede para fazer algo sem que primeiro nos dê a graça de fazê-lo pela primeira vez. E o melhor de tudo, você começa a ficar mais parecido com Jesus no processo. E o amor de Deus em ação. E você andando pelo caminho do amor.

Aqui estão três áreas na quais você deve ser realista quanto ao que você espera:

1.Você deve ter expectativa realistas sobre si mesmo: Quando você faz algo que não esta certo, como faltar com amor, por exemplo, geralmente você se sente mal. Isso desencadeia um ciclo interminável de querer conseguir as coisas que estão fora de seu alcance, esperando provar a si mesmo algo que não faz sentido. Você pode pensar que tem que ser capaz de fazer o que outros fazem, mas a realidade e que, se você não tem os seus dons, você não pode sobressair nessa área. Lembre-se de que você na o tem provar nada para ninguém! Atenha-se a obedecer a Deus e deixar que ele cuidado de sua reputação. Ande em amor para com todos e Deus garantira o resto. Quando você tenta se sobressair em coisas que não são seu chamado e sua vocação divinos, sempre poderá se decepcionar.

2. Você deve ter expectativas realistas sobre o seu relacionamento com os outros. De acordo com Abraham Lincoln, “A maioria da pessoas e tao feliz quanto se propõem a ser”. Se alguém não tem a atitude certa na vida, nem você, nem uma centena de pessoas como você poderão faze-la feliz.

3. Você deve ter expectativas realistas sobre a própria vida. Jesus disse: “…No mundo tereis aflições, mas tende bom animo, eu venci o mundo” (João 16.33). Enquanto você vive neste mundo, não lhe faltarão problemas; ninguém esta isento deles. Mas não se preocupe; Deus tem tudo sob controle. Aprenda a ser realista. Você sempre vai ter que lidar com situações desagradáveis, problemas persistentes e gente difícil. Mas, desfrutar a vida e andar em amor dependera apenas da sua atitude, de ninguém mais.

“…Mas, em todas as coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Romanos 8.37).



Extraído do Livro “Amor: O caminho mais excelente” Abe Huber, MDA Publicações, 2013.

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O que gera cansaço é a falta de resultado



O discípulo cristão aquele que aprende e segue - discipulado - célula - igreja - treinamento - liderança - visão celular - palavra de Deus - Abe Huber - portal mda
Algumas pessoas me dizem: “Pastor, estou cansado, estou esgotado”. Sempre digo que se você estiver achando que está cansado, você está fazendo tudo, mesmo o que Deus lhe chamou para fazer, pois nunca nos cansamos quando estamos realizando a obra do Senhor, ele sempre renova nossas forças e tira nossas fadigas. Na verdade o que gera o cansaço – físico, mental e até espiritual – não é o trabalho, mas sim a falta de resultados.
Desistir de uma pessoa por falta de resposta, é como amputar o pé, só porque o fraturou. O inimigo quer que nos ternemos desistentes. Persevere, pode não ser no tempo, ou do seu jeito, mas nada resistirá ao poder da sua oração e do seu amor perseverante.
Por isso sempre afirmo que células focadas, células saudáveis, células motivadas, são resultado de pessoas que têm compaixão pelos perdidos e amor pelos achados. Quando não temos compaixão pelos perdidos, a nossa igreja e a nossa célula caem na mesmice e vivem na mesmice. Quando não amamos os achados, é como se a porta dos fundos da igreja estivesse aberta, ou seja, na mesma velocidade que a pessoa entra, ela sai
Quer um exemplo? Quando alguém falta o culto, é o momento em que os líderes de células vão entrar em ação. Isso é se preocupar com o próximo, é cuidar da ovelha, é amar o achado. Você nunca vai ver uma pessoa dizendo o seguinte: “Não quero mais saber de você, por favor, desista de mim”. Nós perdemos Jesus no “conta-gotas”, um domingo uma desculpa, no outro, outra desculpa. Quando abrimos nossos olhos, já nos perdemos na caminhada. A pessoa começa a se especializar em desculpas e acaba perdendo Jesus por este motivo.
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Extraído do Livro “Compaixão pelos perdidos. Amor pelos achados” – Elias Gomes, YesBooks, 2015.
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sábado, 2 de janeiro de 2016

Reproduzindo sucessores



Como escolher bons sucessores - Visão MDAÉ muito importante saber escolher em Deus os discípulos que se tornarão nossos sucessores. Na ânsia de multiplicar, a nossa tendência é investir em qualquer pessoa que aparece. Ou seja, caímos no engano de não buscar ao Senhor com o objetivo de achar os discípulos que Ele quer que reproduzamos.
É evidente que essa busca não é fácil, mas é preciso “entrar de cabeça”, encontrar e, depois, investir pesado nessa pessoa que acreditamos estar pronta para receber a unção que também nos foi dada por Deus. Às vezes, poderemos ficar frustrados por gastarmos muito tempo com alguns e os resultados demorarem a aparecer, mas temos quer ser perseverantes.
Sabemos que discipular, cuidar bem de todos é de suma importância, mas enfatizo: precisamos reproduzir o que temos recebido do Pai nas pessoas ou discípulos que se tornarão nossos sucessores; entretanto, não podemos nos precipitar, como a Bíblia alerta em 1 Timóteo 5.22: “A ninguém imponhas precipitadamente as mãos. Não te tornes cúmplice de pecados de outrem. Conserva-te a ti mesmo puro”.
Também devemos estar preparados para os percalços durante esse processo, pois alguns daqueles em que nós investimento podem nos deixar, e aí ficaremos com sentimento de tempo perdido, de que investimos demais e não obtivemos retorno. Creio que isso não acontecerá com você, porém se vier a acontecer, lembre-se que Paulo também passou por isso, pois em 2 Timóteo 1.15, ele diz: “Estás ciente de que todos os da Ásia me abandonaram; dentre eles cito Fígelo e Hermógenes”.
Através da minha experiência como reprodutor de sucessores e para evitar mutilações no Corpo de Corpo, compartilho alguns segredos que devemos observar na escolha dos nossos sucessores, pois essa é umas das maiores virtudes. Primeiro, devemos depender do Espírito Santo nesse processo árduo e sempre orar para que o Senhor nos revele quem são esses homens e mulheres. Isso é indispensável!
O outro passo é observar dentre os seus liderados aqueles que são fiéis. Um bom líder é fiel na célula/igreja, à liderança, nos negócios, ao cônjuge, em tudo e a todos. Ele também precisa ser idôneo, o que significa que essa pessoa tem que ser capaz de exercer e dar continuidade ao trabalho herdado, ou seja, tem que ser hábil, competente e ensinável.
Ao identificarmos essa pessoa, com a ajuda do Espírito Santo, temos que trazê-la para perto de nós. E, a partir de então, passar a investir na sua vida: conversando, orando juntos e tendo momentos de comunhão, trazendo-a para comer à nossa mesa. Não podemos esquecer-nos de, aos poucos, delegar funções e explicar a importância de cada dessas responsabilidades; dessas forma, ela vai se aperfeiçoando para o cargo.
Com a plena convicção de que encontramos o sucessor, precisamos transferir a unção que recebemos de Deus:
  • Unção de reprodução: para que ele tenha discernimento espiritual para também formar sucessores;
  • Unção de ousadia é intrepidez para anunciar o Evangelho, como os apóstolos (Atos 4.31);
  • Unção de libertação para liberar tudo o que está sendo controlado pelo reino do mal;
  • Ungi-lo com óleo; profetizar sobre a vida dele um ministério frutífero e que ele faça
Não desprezes o dom que há em ti, o qual te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbitério” (1 Timóteo 4.14)
Que o Senhor nos dê discernimento na reprodução dos nossos sucessores.
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Extraído da Revista MDA Ano II – Nº 06/2014 – Gildo Vasconcelos, discípulo do Pr. Abe Huber e acompanhado por ele desde 1982. Atualmente é pastor adjunto na Igreja da Paz Fortaleza (CE) e líder
Adquira a Revista MDA: assinatura@revistamda.co

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

A identidade do seguidor de Jesus



Lendo a BibliaMandamento é diferente de sentimento. O amor é mais do que um sentimento. Como mandamento, o amor envolve atitudes; ele pode até envolver sentimentos, mas concretiza-se mesmo é em atitudes . Exemplo disso é dar de beber ao inimigo que tem sede, como diz Romanos 12.20: “Pelo contrário, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque fazendo isto amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça”. Outro exemplo é cuidar da esposa como se cuida do próprio corpo como enfatizado em Efésios 5.28: “Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama”.
Então, fica demonstrado que o amor é esse caminho sobremodo excelente. João diz no capítulo 13, verso 35 de seu evangelho: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”. Assim, o amor é um mandamento compulsório, não opcional. Esse amor verdadeiro é também a genuína marca identificadora do cristão, pois ele é condição essencial para que saibam que somos seguidores de Jesus.
Não é através da nossa roupa que alguém vai saber que somos seguidores de Jesus. Existem pessoas que nunca entregaram sua vida para Jesus – e até mesmo ateus – mas que se vestem de uma forma decente. O cristão deve se vestir de uma maneira decente, é óbvio, mas não são as roupas comportadas e modestas que vão determinar que alguém tem real compromisso com Cristo. Também não são os clichês ou o o linguajar denominado de evangeliquês que vai dizer que somos autênticos discípulos de Jesus ou que amamos como Ele espera. Quem nunca ouviu essa linguagem? “Oh glória a Deus!” “Aleluia, irmão!” ” Tá amarrado!” “Receba a bênção, aleluia!” “Misericórdia!” “Queima, Jeová!”
Todas as expressões acima são linguagens que os evangélicos usam, mas entre eles há gente que nunca teve uma experiência com Jesus, e que mesmo assim aprendeu o dialeto evangeliquês: consegue falar bem a linguagem dos crentes, e muitas vezes, “sem sotaque”. Não é grande coisa saber falar a gíria gospel, pois Paulo diz que mesmo que falássemos a língua dos anjos e dos homens, sem amor, ela se nada nos aproveitaria. (I Coríntios 13.1)
Agora, qual a verdadeira marca identificadora do cristão? “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros”. É só você passar um pouquinho de tempo com aquela pessoa e logo você saberá se ela teve uma experiência verdadeira com Jesus , ela vai ser uma pessoa diferente; ela vai andar em amor. Esse amor em nossa vida é a marca identificadora do verdadeiro seguidor de Jesus. Agora como é esse caminho, o caminho do amor?

3D Amor - O Caminho Mais Excelente
Extraído do Livro “Amor: O caminho mais excelente” – Abe Huber, MDA Publicações, 2013.
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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Usem seus dons uns para com os outros



alvos para o discípulo - visão mda - célula - discipulado - Abe Huber - visão celular - portal mdaMuitos foram feridos pelo mundanismo na igreja, o que os leva a dizer: “Eu não preciso de religião organizada”. E eu concordo que não precisamos de religião organizada. Mas nós precisamos do corpo orgânico e sobrenatural de Cristo, do qual Ele capacita os membros a usarem seus dons para ministrar uns aos outros.
Os dons não são um fenômeno impessoal de que as pessoas fazem uso sozinhas. Deus habilita o Seu povo para ministrar uns aos outros. A cada vez que os versículos relativos a dons são destacados, os escritores do Novo Testamento usam o termo corpo. Os dons, em outras palavras, funcionam em sistema de reciprocidade. Cada parte do corpo desempenha um papel tanto de dar como de receber.
Cada crente nascido de novo tem pelo menos um dom. Pedro diz:
Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas. Se alguém fala, faça-o como quem transmite a palavra de Deus. Se alguém serve, faça-o com a força que Deus provê, de forma que em todas as coisas Deus seja glorificado mediante Jesus Cristo, a quem sejam a glória e o poder para todo o sempre. Amém (I Pedro 4.10-11).
Quer você tenha um dom de falar (ex: ensino, pastoreio, profecia) ou um dom de serviço (ex: misericórdia, ajuda, doação), Deus deseja que você o descubra e o administre bem.
Deus distribui os dons para edificar e fortalecer a Sua Igreja. É por isso que Deus colocou o “capítulo do amor” (I Coríntios 13) entre os dois capítulos importantes sobre os dons do Espírito Santo (I Coríntios 12 e 14). A motivação para o uso de dons de Deus é a de fortalecer aos outros na fé, nunca para exibição ou para impressionar aos outros.
LIVRODISCIPULADORELAC

Extraído do Livro “Discipulado Relacional” – Joel Comiskey, MDA Publicações, 2014.
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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Crescimento numérico natural



10614177_891953547499644_368263597588014798_nUma igreja local saudável naturalmente se desenvolve e cresce. Lucas narra que “a igreja, na verdade, tinha paz por toda a Judéia, Galiléia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do Espírito Santo, crescia em número” (Atos 9. 31).
Quantas pessoas se converteram através da minha evangelização? É triste saber que há cristãos que nunca levaram ninguém a Cristo. É óbvio que quem realiza a sobrenatural obra regeneradora é o Espírito Santo, mas Deus decidiu chamar pecadores perdidos através de pecadores perdoados. O apóstolo João relata que André, após conhecer pessoalmente a Jesus, foi em busca de seu irmão Simão e “o levou a Jesus” (João 1.42).
A igreja atual tem gradativamente perdido a noção de que cada cristão é um ganhador de almas. Até mesmo a expressão “ganhador de almas” soa um tanto que estranho aos nossos ouvidos pós-modernos, mas era um termo muito comum até o fim do século 19. Esta expressão é uma menção à declaração do apóstolo Paulo, que disse: “porque, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível” (I Coríntios 9.19).
Somos cooperadores desta maravilhosa obra de reconciliação. A Escritura declara que “somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus” (II Coríntios 5.20). Evangelizar é compartilhar Jesus, no poder do Espírito, deixando os resultados para Deus. Contudo, devemos regar a semente plantada com todo afinco.
3D Livro - Ide e Fazei Discipulos

Extraído do Livro “Ide e Fazei Discípulos” – Abe Huber & Ivanildo Gomes, MDA Publicações, 2012.
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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Estabeleça alvos



size_590_dardo-no-alvoSe você está mirando em nada, certamente, acertará em cheio! Líderes que conhecem o seu alvo multiplicam de uma forma regular e com maior frequência do que os que não conhecem. Espere grandes coisas de Deus e empenhe-se em fazer grandes coisas para Deus.
Quatro princípios para estabelecer alvos:
Estabeleça alvos específicos, direcionados para datas, pessoas e números e serem alcançados;
Sonhe com esses alvos, de maneira que passem a fazer parte da sua vida, e impregnem-se em você;
Anuncie esses alvos à sua célula, de maneira que todos possam sonhar, planejar e trabalhar juntos em prol das mesmas realizações;
Faça os preparativos para alcançar os alvos. Quem espera uma grande colheita prepara os celeiros quem aguarda o nascimento de um bebê prepara o berço.
3D Livro TLC

Extraído do Livro “Treinamento de Líderes de Células” – Abe Huber & Ivanildo Gomes, MDA Publicações, 2010.