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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O que gera cansaço é a falta de resultado



O discípulo cristão aquele que aprende e segue - discipulado - célula - igreja - treinamento - liderança - visão celular - palavra de Deus - Abe Huber - portal mda
Algumas pessoas me dizem: “Pastor, estou cansado, estou esgotado”. Sempre digo que se você estiver achando que está cansado, você está fazendo tudo, mesmo o que Deus lhe chamou para fazer, pois nunca nos cansamos quando estamos realizando a obra do Senhor, ele sempre renova nossas forças e tira nossas fadigas. Na verdade o que gera o cansaço – físico, mental e até espiritual – não é o trabalho, mas sim a falta de resultados.
Desistir de uma pessoa por falta de resposta, é como amputar o pé, só porque o fraturou. O inimigo quer que nos ternemos desistentes. Persevere, pode não ser no tempo, ou do seu jeito, mas nada resistirá ao poder da sua oração e do seu amor perseverante.
Por isso sempre afirmo que células focadas, células saudáveis, células motivadas, são resultado de pessoas que têm compaixão pelos perdidos e amor pelos achados. Quando não temos compaixão pelos perdidos, a nossa igreja e a nossa célula caem na mesmice e vivem na mesmice. Quando não amamos os achados, é como se a porta dos fundos da igreja estivesse aberta, ou seja, na mesma velocidade que a pessoa entra, ela sai
Quer um exemplo? Quando alguém falta o culto, é o momento em que os líderes de células vão entrar em ação. Isso é se preocupar com o próximo, é cuidar da ovelha, é amar o achado. Você nunca vai ver uma pessoa dizendo o seguinte: “Não quero mais saber de você, por favor, desista de mim”. Nós perdemos Jesus no “conta-gotas”, um domingo uma desculpa, no outro, outra desculpa. Quando abrimos nossos olhos, já nos perdemos na caminhada. A pessoa começa a se especializar em desculpas e acaba perdendo Jesus por este motivo.
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Extraído do Livro “Compaixão pelos perdidos. Amor pelos achados” – Elias Gomes, YesBooks, 2015.
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sábado, 2 de janeiro de 2016

Reproduzindo sucessores



Como escolher bons sucessores - Visão MDAÉ muito importante saber escolher em Deus os discípulos que se tornarão nossos sucessores. Na ânsia de multiplicar, a nossa tendência é investir em qualquer pessoa que aparece. Ou seja, caímos no engano de não buscar ao Senhor com o objetivo de achar os discípulos que Ele quer que reproduzamos.
É evidente que essa busca não é fácil, mas é preciso “entrar de cabeça”, encontrar e, depois, investir pesado nessa pessoa que acreditamos estar pronta para receber a unção que também nos foi dada por Deus. Às vezes, poderemos ficar frustrados por gastarmos muito tempo com alguns e os resultados demorarem a aparecer, mas temos quer ser perseverantes.
Sabemos que discipular, cuidar bem de todos é de suma importância, mas enfatizo: precisamos reproduzir o que temos recebido do Pai nas pessoas ou discípulos que se tornarão nossos sucessores; entretanto, não podemos nos precipitar, como a Bíblia alerta em 1 Timóteo 5.22: “A ninguém imponhas precipitadamente as mãos. Não te tornes cúmplice de pecados de outrem. Conserva-te a ti mesmo puro”.
Também devemos estar preparados para os percalços durante esse processo, pois alguns daqueles em que nós investimento podem nos deixar, e aí ficaremos com sentimento de tempo perdido, de que investimos demais e não obtivemos retorno. Creio que isso não acontecerá com você, porém se vier a acontecer, lembre-se que Paulo também passou por isso, pois em 2 Timóteo 1.15, ele diz: “Estás ciente de que todos os da Ásia me abandonaram; dentre eles cito Fígelo e Hermógenes”.
Através da minha experiência como reprodutor de sucessores e para evitar mutilações no Corpo de Corpo, compartilho alguns segredos que devemos observar na escolha dos nossos sucessores, pois essa é umas das maiores virtudes. Primeiro, devemos depender do Espírito Santo nesse processo árduo e sempre orar para que o Senhor nos revele quem são esses homens e mulheres. Isso é indispensável!
O outro passo é observar dentre os seus liderados aqueles que são fiéis. Um bom líder é fiel na célula/igreja, à liderança, nos negócios, ao cônjuge, em tudo e a todos. Ele também precisa ser idôneo, o que significa que essa pessoa tem que ser capaz de exercer e dar continuidade ao trabalho herdado, ou seja, tem que ser hábil, competente e ensinável.
Ao identificarmos essa pessoa, com a ajuda do Espírito Santo, temos que trazê-la para perto de nós. E, a partir de então, passar a investir na sua vida: conversando, orando juntos e tendo momentos de comunhão, trazendo-a para comer à nossa mesa. Não podemos esquecer-nos de, aos poucos, delegar funções e explicar a importância de cada dessas responsabilidades; dessas forma, ela vai se aperfeiçoando para o cargo.
Com a plena convicção de que encontramos o sucessor, precisamos transferir a unção que recebemos de Deus:
  • Unção de reprodução: para que ele tenha discernimento espiritual para também formar sucessores;
  • Unção de ousadia é intrepidez para anunciar o Evangelho, como os apóstolos (Atos 4.31);
  • Unção de libertação para liberar tudo o que está sendo controlado pelo reino do mal;
  • Ungi-lo com óleo; profetizar sobre a vida dele um ministério frutífero e que ele faça
Não desprezes o dom que há em ti, o qual te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbitério” (1 Timóteo 4.14)
Que o Senhor nos dê discernimento na reprodução dos nossos sucessores.
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Extraído da Revista MDA Ano II – Nº 06/2014 – Gildo Vasconcelos, discípulo do Pr. Abe Huber e acompanhado por ele desde 1982. Atualmente é pastor adjunto na Igreja da Paz Fortaleza (CE) e líder
Adquira a Revista MDA: assinatura@revistamda.co

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

A identidade do seguidor de Jesus



Lendo a BibliaMandamento é diferente de sentimento. O amor é mais do que um sentimento. Como mandamento, o amor envolve atitudes; ele pode até envolver sentimentos, mas concretiza-se mesmo é em atitudes . Exemplo disso é dar de beber ao inimigo que tem sede, como diz Romanos 12.20: “Pelo contrário, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque fazendo isto amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça”. Outro exemplo é cuidar da esposa como se cuida do próprio corpo como enfatizado em Efésios 5.28: “Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama”.
Então, fica demonstrado que o amor é esse caminho sobremodo excelente. João diz no capítulo 13, verso 35 de seu evangelho: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”. Assim, o amor é um mandamento compulsório, não opcional. Esse amor verdadeiro é também a genuína marca identificadora do cristão, pois ele é condição essencial para que saibam que somos seguidores de Jesus.
Não é através da nossa roupa que alguém vai saber que somos seguidores de Jesus. Existem pessoas que nunca entregaram sua vida para Jesus – e até mesmo ateus – mas que se vestem de uma forma decente. O cristão deve se vestir de uma maneira decente, é óbvio, mas não são as roupas comportadas e modestas que vão determinar que alguém tem real compromisso com Cristo. Também não são os clichês ou o o linguajar denominado de evangeliquês que vai dizer que somos autênticos discípulos de Jesus ou que amamos como Ele espera. Quem nunca ouviu essa linguagem? “Oh glória a Deus!” “Aleluia, irmão!” ” Tá amarrado!” “Receba a bênção, aleluia!” “Misericórdia!” “Queima, Jeová!”
Todas as expressões acima são linguagens que os evangélicos usam, mas entre eles há gente que nunca teve uma experiência com Jesus, e que mesmo assim aprendeu o dialeto evangeliquês: consegue falar bem a linguagem dos crentes, e muitas vezes, “sem sotaque”. Não é grande coisa saber falar a gíria gospel, pois Paulo diz que mesmo que falássemos a língua dos anjos e dos homens, sem amor, ela se nada nos aproveitaria. (I Coríntios 13.1)
Agora, qual a verdadeira marca identificadora do cristão? “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros”. É só você passar um pouquinho de tempo com aquela pessoa e logo você saberá se ela teve uma experiência verdadeira com Jesus , ela vai ser uma pessoa diferente; ela vai andar em amor. Esse amor em nossa vida é a marca identificadora do verdadeiro seguidor de Jesus. Agora como é esse caminho, o caminho do amor?

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Extraído do Livro “Amor: O caminho mais excelente” – Abe Huber, MDA Publicações, 2013.
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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Usem seus dons uns para com os outros



alvos para o discípulo - visão mda - célula - discipulado - Abe Huber - visão celular - portal mdaMuitos foram feridos pelo mundanismo na igreja, o que os leva a dizer: “Eu não preciso de religião organizada”. E eu concordo que não precisamos de religião organizada. Mas nós precisamos do corpo orgânico e sobrenatural de Cristo, do qual Ele capacita os membros a usarem seus dons para ministrar uns aos outros.
Os dons não são um fenômeno impessoal de que as pessoas fazem uso sozinhas. Deus habilita o Seu povo para ministrar uns aos outros. A cada vez que os versículos relativos a dons são destacados, os escritores do Novo Testamento usam o termo corpo. Os dons, em outras palavras, funcionam em sistema de reciprocidade. Cada parte do corpo desempenha um papel tanto de dar como de receber.
Cada crente nascido de novo tem pelo menos um dom. Pedro diz:
Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas. Se alguém fala, faça-o como quem transmite a palavra de Deus. Se alguém serve, faça-o com a força que Deus provê, de forma que em todas as coisas Deus seja glorificado mediante Jesus Cristo, a quem sejam a glória e o poder para todo o sempre. Amém (I Pedro 4.10-11).
Quer você tenha um dom de falar (ex: ensino, pastoreio, profecia) ou um dom de serviço (ex: misericórdia, ajuda, doação), Deus deseja que você o descubra e o administre bem.
Deus distribui os dons para edificar e fortalecer a Sua Igreja. É por isso que Deus colocou o “capítulo do amor” (I Coríntios 13) entre os dois capítulos importantes sobre os dons do Espírito Santo (I Coríntios 12 e 14). A motivação para o uso de dons de Deus é a de fortalecer aos outros na fé, nunca para exibição ou para impressionar aos outros.
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Extraído do Livro “Discipulado Relacional” – Joel Comiskey, MDA Publicações, 2014.
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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Crescimento numérico natural



10614177_891953547499644_368263597588014798_nUma igreja local saudável naturalmente se desenvolve e cresce. Lucas narra que “a igreja, na verdade, tinha paz por toda a Judéia, Galiléia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do Espírito Santo, crescia em número” (Atos 9. 31).
Quantas pessoas se converteram através da minha evangelização? É triste saber que há cristãos que nunca levaram ninguém a Cristo. É óbvio que quem realiza a sobrenatural obra regeneradora é o Espírito Santo, mas Deus decidiu chamar pecadores perdidos através de pecadores perdoados. O apóstolo João relata que André, após conhecer pessoalmente a Jesus, foi em busca de seu irmão Simão e “o levou a Jesus” (João 1.42).
A igreja atual tem gradativamente perdido a noção de que cada cristão é um ganhador de almas. Até mesmo a expressão “ganhador de almas” soa um tanto que estranho aos nossos ouvidos pós-modernos, mas era um termo muito comum até o fim do século 19. Esta expressão é uma menção à declaração do apóstolo Paulo, que disse: “porque, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível” (I Coríntios 9.19).
Somos cooperadores desta maravilhosa obra de reconciliação. A Escritura declara que “somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus” (II Coríntios 5.20). Evangelizar é compartilhar Jesus, no poder do Espírito, deixando os resultados para Deus. Contudo, devemos regar a semente plantada com todo afinco.
3D Livro - Ide e Fazei Discipulos

Extraído do Livro “Ide e Fazei Discípulos” – Abe Huber & Ivanildo Gomes, MDA Publicações, 2012.
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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Estabeleça alvos



size_590_dardo-no-alvoSe você está mirando em nada, certamente, acertará em cheio! Líderes que conhecem o seu alvo multiplicam de uma forma regular e com maior frequência do que os que não conhecem. Espere grandes coisas de Deus e empenhe-se em fazer grandes coisas para Deus.
Quatro princípios para estabelecer alvos:
Estabeleça alvos específicos, direcionados para datas, pessoas e números e serem alcançados;
Sonhe com esses alvos, de maneira que passem a fazer parte da sua vida, e impregnem-se em você;
Anuncie esses alvos à sua célula, de maneira que todos possam sonhar, planejar e trabalhar juntos em prol das mesmas realizações;
Faça os preparativos para alcançar os alvos. Quem espera uma grande colheita prepara os celeiros quem aguarda o nascimento de um bebê prepara o berço.
3D Livro TLC

Extraído do Livro “Treinamento de Líderes de Células” – Abe Huber & Ivanildo Gomes, MDA Publicações, 2010.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Situações delicadas no discipulado



DiscípulasAlgumas perguntas devem ser levantadas por serem circunstâncias possíveis de acontecer.
Se o discípulo se mostrar desinteressado? Não desista facilmente dele. Não permita que o seu desânimo contagie você.
Se quiser estudar tudo de uma vez? O princípio a ser seguido é que ele aprenda. Conheça a capacidade de assimilação do seu aluno.
Se alguém de sua família for contra o discipulado? Tenha em tudo a prática da paciência e da sabedoria. Converse com ele, e talvez seja melhor esperar um tempo oportuno. Ou, se for desejo sincero do discípulo, ele encontrará meios de conversar e convencer seus parentes a concordarem com o discipulado.
E se o discípulo for analfabeto? Leia para ele a lição e os versículos bíblicos. Somente não haverá a necessidade de se completar a lição, podendo ser usada apenas a revista do discipulador. Mas incentive o discípulo a estudar e aprender a ler, para que tenha o privilégio de ler a Palavra de Deus. Você mesmo pode utilizar os encontros do discipulado para ensiná-lo a ler.
Se os filhos atrapalharem, por serem pequenos? Encontre meios de você mesmo ir à casa da pessoa, ou reunir-se em horários em que as crianças estão dormindo, ou na escola. Deus dará sabedoria a você dois.
Se ele for adepto de alguma religião, ou de algumas crenças (católico, espírita, Testemunha de Jeová, Igreja da Vovozinha, etc.)? Primeiro, prossiga a lição sequencialmente. Segundo, se o texto bíblico fizer menção direta, ou indiretamente a alguma doutrina de sua crença, mostre a incoerência entre a afirmação bíblica e a sua religião. Terceiro, se ele fizer alguma pergunta que você não saiba responder, não exerça a sua “achologia”; comprometa-se em responder-lhe no próximo estudo. E corra atrás do pastor! Desafie o aluno, em toda oportunidade a fazer um compromisso com o Senhor Jesus. Observe abaixo como é simples evitar ideias erradas e encaminhá-lo à salvação:
1. Ele precisa reconhecer
a. Sou pecador
b. Minha virtudes/boas obras são insuficientes
c. Preciso conhecer mais de Jesus
2. Ele precisa fazer
a. Arrepender-se dos seus pecados
b. Crer e confiar só no perdão de Cristo
c. Fazer-se membro da igreja.

3D Livro - Ide e Fazei Discipulos
Extraído do Livro “Ide e Fazei Discípulos” – Abe Huber & Ivanildo Gomes, MDA Publicações, 2012.