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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Uma pessoa que constantemente transfere a culpa para outra

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Um bom líder não transfere a culpa. Como líder, você deve reconhecer que é responsável em última instância por tudo o que acontece.
Maus líderes dizem: “A culpa é sua!”
Não sei por que alguns líderes nunca querem reconhecer qualquer culpa. Nós todos somos culpados algumas vezes. Um líder verdadeiro assume a culpa por tudo. Certa vez, algo de ruim aconteceu na minha igreja. Em uma reunião de pastores, eu lhes disse que a culpa era minha. Eles ficaram surpresos porque não sabiam como aquele evento desafortunado estaria relacionado a mim.
Mas eu lhe disse que eu era culpado porque eu era o cabeça geral. Quando dois maus líderes se encontram, eles acusam um ao outro de falhas.
Bons líderes dizem: “A falha é minha”
Quando dois bons líderes se encontram, eles brigam para assumir a responsabilidade por qualquer falha. Lembre-se de como Adão transferiu a culpa para a sua mulher, e de como a mulher transferiu a culpa para a serpente. Infelizmente, a serpente não tinha ninguém para quem transferir a culpa.
“A mulher que me deste por esposa, ela me deu …” Gênesis 3.12
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Extraído do Livro “Lealdade e Deslealdade” – Dag Heward – Mills, Parchment House, 1998.
Se deseja saber mais sobre o assunto, clique na imagem ao lado e adquira o livro

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

O papel do supervisor no aconselhamento

Um mito na igreja em células é que as células satisfazem todas as necessidades. Uma leve variação desse mito é que o líder de célula é responsável por suprir todas as necessidades de aconselhamento, deveres pastorais, interação relacional, evangelismo e funções administrativas. Permita-me mostrar duas razões de porquê isso é falso:
Primeiro, o ministério de células realça o sacerdócio de todos os crentes. Grandes líderes ativam os membros para participar, usar seus dons e se desenvolver como futuros líderes. Segundo, a igreja em células enfatiza supervisão ou treinamento. Isso significa que todo líder na igreja em células tem um treinador. Treinamento garante que o líder de célula não tem que descobrir tudo sozinho — sempre há alguém para ajudá-lo.
Supervisão/treinamento se aplica a aconselhamento, o tema do blog deste mês. Pessoas EGR (Extra Grace Required – Que demandam uma graça especial) sempre estarão nas  células. Determinados EGRs precisam de aconselhamento por causa de problemas na infância, cadeias satânicas ou problemas físicos. Outras pessoas EGR são rebeldes, arrogantes e insubmissas.
A boa notícia é que o líder de célula ou equipe de liderança não precisa resolver todos os problemas. Nem tampouco o líder deve sentir que o grupo precisa resolver todos os problemas. A estrutura de cuidado supervisional existe como um sistema de suporte para aconselhar o líder quanto a como resolver os problemas, conversar diretamente com as pessoas EGR ou reorganizar os membros do grupo. Talvez Jay lute contra o medo, o que resulta em pesadelos e problemas físicos. Jay compartilha essas ansiedades no grupo. O grupo ouve, ora e ministra a Jay. Entretanto, Jay continua a trazer os mesmos problemas, semana após semana e o líder se sente inútil para aconselhar Jay. Nesse caso, o líder deve chamar o supervisor para intervir e conversar diretamente com Jay. E se o supervisor não puder ajudar, ele levará esse caso ao próximo nível de treinamento (embora em muitas igrejas o supervisor seja o pastor principal, que pode falar diretamente com Jay).
Estou lidando com um grupo agora que tem u
ma pessoa EGR. O líder sente-se inadequado para lidar com essa pessoa. Uma vez que eu estou supervisionando/treinando esse grupo, preciso intervir, o que tirará uma enorme carga da vida do líder do grupo.
E quanto a você? Como sua igreja em células lida com pessoas EGR e, mais especificamente, com pessoas EGR que têm necessidades de aconselhamento?
Sobre o Autor:
, é uma das maiores autoridades mundiais sobre o movimento de igrejas em células. Tem PhD em crescimento da igreja pelo Seminário Teológico de Fuller. Foi missionário no Equador.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O que a célula não é

O que a célula não é

O-que-a-célula-não-é-portalmdaNão é mais “um culto”As reuniões nos templos das igrejas locais são chamadas de cultos. A célula não é mais um culto realizado nas casas dos irmãos, onde uma ou duas pessoas dirigem tudo e as demais apenas assistem passivamente.  Nas igrejas de programas (como são chamadas as igrejas no modelo congregacional), apenas um pequeno grupo desempenha todas as tarefas, deixando os demais sem desempenho algum no corpo de Cristo.
Não são clubes fechadosUm grupo fechado certamente levará os seus membros a perderem a visão da Grande Comissão. Alguns denominam os grupos fechados ao mundo lá fora (a comunidade que ainda não foi alcançada pela igreja) de “Koinonites”. A ordem de Jesus é: “Ide por todo mundo, pregai o evangelho a toda a criatura”, e alguns parecem ter perdido o propósito do ganhar almas para o reino de Deus, procurando apenas a “edificação e comunhão próprias”. Muitas vezes procuram apenas se aprofundar na Palavra, como fazem as “organizações de treinamento” sem propósito.
Não é uma igrejinhaNão é apenas e simplesmente a distribuição dos membros em miniatura da igreja competindo com a igreja local, “roubando-lhes” os membros, e que chegando ao momento de se duplicar para a multiplicação do corpo de Cristo, recusam-se alegando vários motivos. Até a estrutura da reunião da célula tem uma dinâmica diferenciada.
Não é mais uma programação da igrejaNão deve ser entendida como mais uma programação da igreja mas, pelo contrário, a própria vida da Igreja acontecendo nos lares de forma prática, exercida no meio da comunidade local por pessoas normais, com o propósito de ganhar almas onde elas se encontram. Não são, portanto, uma programação para o entretenimento dos membros.
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Extraído do Livro “Visão Panorâmica da Igreja em Células” – Argenildo Carvalho, MDA Publicações, 201o.
Se você desejar sa

Sete ideias práticas para ajudar jovens a escolher a pessoa certa

casamento-crise-mda-770x470Toda escolha importante na vida é sempre muito difícil, isso porque se errarmos os prejuízos podem ser irreparáveis. Uma das escolhas mais importante na vida de um jovem é a do futuro cônjuge. O pastor Davi Merkh desenvolveu uma lista de ideias práticas que pode auxiliar todos aqueles que desejam começar um relacionamento debaixo da bênção de Deus:
1. Fazer uma lista das qualidades desejáveis no futuro cônjuge. Essa lista deve ser dividida em duas partes:
a) qualidades essenciais;
b) qualidades desejadas (opcionais).
2. Estabelecer um “pacto de namoro”. O ideal é que seja um acordo entre pais e filhos, mas isso não significa que o jovem não pode firmar uma “aliança” entre ele e Deus só. O pacto deve incluir padrões de namoro, traçar o tipo de envolvimento esperado entre qualquer namorado e os pais, e como o relacionamento deve caminhar em direção ao casamento.
3. Permitir que os pais sejam os “guardiões” do seu coração. Provérbios 4.23 e 23.26 falam da importância do coração, e da necessidade de guardá-lo puro. Deus constituiu os pais como protetores do coração de seus filhos. Parte fundamental desta “vigia” do coração dos filhos pelos pais, inclui o exemplo de pureza moral dos pais, especialmente nos hábitos de entretenimento (filmes, programas de TV, revistas, Internet etc.). As ações dos pais falam mais alto que suas palavras.
4. Confiar na opinião da sua família e amigos chegados. Provérbios nos lembra de que há segurança na multidão de conselheiros sábios-pessoas que nos conhecem, mas também conhecem a Deus (Provérbios 11.14, 15.22, 24.6). Infelizmente muitos jovens ignoram o conselho de seus amigos, irmãos e irmãs-justamente as pessoas que melhor os conhecem. Tragédias no casamento são o resultado frequente da indiferença em relação aos conselhos poderiam ajudar.
5. Procurar o acompanhamento de um casal mais maduro.
6. Procurar um “estágio” dos “interessados”. O “estágio” nada mais é do que tempo investido por cada pessoa (de preferência, depois do noivado) na casa do outro. O propósito é de conhecer tão de perto quanto possível os gostos, as tradições, os maneirismos em resumo saber qual a cultura dessa outra família.
7. Fazer um aconselhamento pré-nupcial.
Sobre o Autor: 
, é terapeuta familiar, pastor-sênior do Ministério Família Debaixo da Graça, da Assembleia de Deus em Bragança Paulista. Pastor Josué é conferencista internacional, tendo ministrado em todo o Brasil e em vários países.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Sete erros que um líder não pode cometer


maxresdefault (1)1. Permitir que os aplausos do sucesso o impeça de continuar ouvindo a voz de Deus (Apocalipse 3.14-22).
Quando o líder perde a sensibilidade para ouvir a voz de Deus, a tendência é se tornar um “profissional do púlpito” disfarçando uma espiritualidade e santidade que não tem. O orgulho provocou essa surdes no líder da igreja de Laodiceia (Apocalipse 3). O orgulho é como uma infecção no ouvido do coração.
2. Deixar de prestar contas (Hebreus 13.17).
Nada é mais perigoso do que viver sem ser supervisionado. Uma vida não supervisionada não é vivida com responsabilidade. A prestação de contas protege a integridade do líder. Lideres que prestam contas, vivem de forma responsável diante de Deus e dos homens.
3. Pensar que a vida é feita só de trabalho (Marcos 6.31).
O ativismo é um aplacador de consciência. Lembre-se, uma mente cansada não produz com qualidade e se torna vulnerável diante dos ataques do maligno. A principal causa do excesso de trabalho do líder, é a falta de limites. Quem nunca diz “não”, entrega o controle de sua vida nas mãos dos outros, paga divina que não fez e se torna um escravo da sua insensatez. O líder não deve sacrificar o importante no altar do urgente. Tire ferias, respeite o principio da “pausa”, do “sábado”.
4. Querer liderar os outros sem ser líder de si mesmo (I Timóteo 4.16).
O apóstolo Paulo disse a Timóteo, “Tem cuidado de si mesmo…”. Antes de liderar os outros, o líder deve ser líder de si mesmo, e isto tem a ver com domínio próprio sobre os impulsos, desejos, temperamento, emoções etc. Nenhum homem é livre se não aprendeu a governar a si mesmo.
5. Pensar que é possível fletar com o pecado e sair ileso (II Timóteo 2.22).
Sansão brincou de se deixar amarrar, amarrado ficou. Todos os lideres que conheço que brincaram com o pecado, saíram manchados, queimados, empobrecidos e vencidos. Gosto da frase do meu amigo pastor Altomir: “Quem não quer perder para o pecado, não sobe no ringue para competir com ele.” Lembre-se: o pecado sempre te levará para mais longe do que você imagina, cobrará um preço mais alto do que você esta disposto a pagar. Não flerte com o pecado.
6. Pastorear a igreja e não pastorear a família (I Timóteo 3.12).
A liderança de um pastor é aprovada ou reprovada dentro da sua própria casa. O apóstolo Paulo foi radical quanto a isso quando disse, o homem chamado e vocacionado precisa governar bem a sua própria casa para estar apto a dirigir a casa de Deus (1 Tm 3). Sem uma família estruturada, qualquer pastor tem sua liderança questionada.
7. Não levar a sério o princípio da honra (Efésios 6.1,2).
A mesma honra que a Bíblica exige dos filhos em relação aos pais, é exigida na relação dos liderados e lideres. O produz a semente da honrar? Longevidade e prosperidade. Deus não tem prazer na vida de um líder que não pratica o principio da honra. Quem planta desonra, colhe vergonha.
Sobre o autor: Josué Gonçalves
É terapeuta familiar, pastor-sênior do Ministério Família Debaixo da Graça, da Assembleia de Deus em Bragança Paulista. Pastor Josué é conferencista internacional, tendo ministrado em todo o Brasil e em vários países.
Fonte: Texto extraído www.revistamda.com

segunda-feira, 11 de julho de 2016

A Vida é Mais Importante Que os Métodos

Por que falamos de estrutura, células, MDA? É para encorajar a sua fé, pois se Deus, na sua misericórdia, pôde fazer tudo isto através de nós que – se não fosse por Jesus – somos os mais fracos de todos, imagina o que ele poderá fazer através de você ou qualquer outro irmão em  Cristo! Porém, uma das coisas que eu gostaria de ressaltar é que o segredo de alcançar as pessoas e ganhar vidas para Jesus, não é através de métodos ou estruturas, mas sim através da vida de Deus dentro de cada cristão.
Como entra o evangelismo no meio disso tudo? Bem, não somos  contra nenhum método ou estratégia evangelística, se não ferir os princípios bíblicos. Dentro dos princípios bíblicos, dos princípios de integridade da palavra de Deus, todo método é bem-vindo. Sem esquecer, ainda, que não é só ganhar, mas é preciso cuidar depois.
Usamos tantos métodos e estratégias diferentes. Mas, desde o início do nosso trabalho em Santarém, Deus nos mostrou que o segredo não seria um método de evangelismo. Não seria uma estratégia de evangelismo. Sabíamos que o segredo de alcançar as pessoas e ganhar vidas para Jesus, como dito acima, seria através da vida de Deus dentro de cada cristão. Que os seguidores de Jesus, os discípulos de Jesus, fossem tão cheios de Cristo, tão cheios da presença do Espírito Santo, pois é isto o que atrai pessoas a Jesus. Quando o cristão é tão cheio de Jesus, você nem precisa falar que ele deve pregar no seu trabalho ou na sua escola. Ele não pára de falar de Jesus, Ele fala toda hora, empolgado, de forma “sobrenaturalmente natural”, igual o livro de Atos. Eles estão tão cheios de uma vida vitoriosa e transformada por Deus que, automaticamente, vão arrastando as outras pessoas para as células, para os cultos na congregação, para conhecer Jesus.
Certo irmão, que era recém-convertido e tão cheio de Jesus, começou a falar de Jesus no seu trabalho e encontrou alguns colegas cristãos que não eram “embaixadores”, mas sim “agentes secretos do reino”. Você sabe que Deus não quer agentes secretos?  Mas existem alguns “007 evangélicos” por aí, e nosso amado irmão estava falando de Jesus para uns dois ou três colegas que se enquadravam nesta categoria. Então, o novo convertido falou assim: “Querido, eu estava aqui sofrendo, por tantos anos, trabalhando ao seu lado, com a vida despedaçada, precisando tão desesperadamente de Jesus. Se você tivesse falado de Jesus para mim eu poderia ter mudado anos atrás. Por que você  não me falou nada de Jesus?”
Eu quero estar mais cheio de Jesus. Preciso estar mais cheio de Jesus. Quero chegar ao ponto em que chegou Charles Finney, que ao entrar em algum local, sem falar palavra alguma, deixava nas pessoas uma sensação da presença de Deus. Lembro que certa vez eu estava em Goiânia, num restaurante muito chique, e um garçom ficava olhando para mim. Ele, então, perguntou-me o que havia de tão diferente em mim, ao que respondi falando-lhe de Jesus. Outra vez entrei num escritório e a pessoa que estava na recepção olhou para mim e começou a chorar, pois a presença de Deus estava muito forte em minha vida. Mas isto tem acontecido tão poucas vezes! Eu estou crendo que vai acontecer sempre na minha vida, e na sua também, em nome de Jesus! Nós vamos entrar em um avião, entrar em todo lugar e as pessoas vão sentir a presença manifesta do Espírito Santo.

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Extraído do Livro “Discipulado Um a Um: Crescimento com Qualidade” – Abe Huber, MDA Publicações, 2012.
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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Esperar e promover multiplicação espiritual

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O Senhor nos ordena que sejamos frutíferos, multipliquemos e enchamos a Terra. Tudo que tem vida deve se multiplicar. Crentes que conduzem outros a Cristo se multiplicam. Células se multiplicam. Igrejas se multiplicam.
Uma chave para experimentar multiplicação espiritual é esperar que ela aconteça (Gênesis 1.28; Atos 6.1,7; 9.31). Um espírito de fé bíblica e genuína deve estar presente em cada fase, cada etapa da vida da célula e do discipulado para garantir resultados divinos.
O ministério de células deve treinar o maior número possível de líderes como preparação para as futuras multiplicações das células. Cada célula não pode ter apenas um auxiliar, mas vários. O ideal é que cada membro da célula seja um auxiliar. No momento da multiplicação ou fundação de novas células, alguns ou todos estarão preparados para desempenhar a nobre função de cuidar dos irmãos, liderá-los para a maturidade.
Na visão do MDA, o ideal é que a célula se multiplique duas vezes ao ano. Assim, em 12 meses, uma célula deve treinar, no mínimo, seis auxiliares diretos e três indiretos.
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Extraído do Livro “Treinamento de Líderes de Células” – Abe Huber & Ivanildo Gomes, MDA Publicações, 2010.
Se deseja saber mais sobre o