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quarta-feira, 29 de julho de 2015

O discipulado na prática






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Se alguém decide seguir a Jesus em Seu modelo de desenvolver líderes, deve entender que discipulado não é uma estratégia para multiplicar o número de líderes do dia para a noite. É um processo onde você pacientemente investe sua vida na de seus discípulos. E devemos inculcar na vida dos discípulos esta mesma visão de multiplicar intencionalmente líderes por meio de uma relação pessoal centrada em Jesus e em Sua Palavra.

Você precisa ser o modelo perfeito para entrar numa relação de discipulado. Isto só é possível porque a perfeição de Cristo nos cobre, envolve-nos totalmente. Não somos perfeitos, mas a perfeição de Cristo, a qual nós também buscamos, garante que seremos bem-sucedidos, tanto nós como nossos discípulos.

Devemos entender que é um compromisso de viver os valores assinalados anteriormente, e investir tempo. Não é um programa baseado somente em materiais impressos nem num currículo pré-estabelecido. Tanto o discipulador como o discípulo realizam seu avanço com sensibilidade e submissão à direção do Espírito Santo.





Extraído do Livro “Ide e Fazei Discípulos” – Abe Huber & Ivanildo Gomes, MDA Publicações, 2012.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Ser flexível e criativo

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Bible Study and PrayerDeus valoriza a flexibilidade e a criatividade, e nós precisamos fazer o mesmo. Duas impressões digitais nunca são iguais, nem duas células também o são. Todos nós usamos os mesmos princípios bíblicos, mas a maneira como eles operam varia de cultura para cultura, de igreja para igreja, de célula para célula.
Peça ao Senhor que lhe dê sabedoria para permanecer criativo no ministério de células. Surpreenda seus membros cada semana com algo novo e criativo, coisas interessantes e agradáveis que motivarão a todos. Cuidado para não ter uma mentalidade de forma de bolo, bitolada, querendo que tudo saia quadradinho ou redondinho. Rotina produz enfado, monotonia. Criatividade libera vida! (II Coríntios 3. 17-19).
Algumas igrejas tem apenas células gerais, sem grupos homogêneos. Isto é um erro. O correto é ter células de jovens, células de empresários, células de senhores, de senhoras, de pais e mães solteiros, de crianças, etc. Há igrejas que radicalizam em torno das células homogêneas: não aceitam, terminantemente, células heterogêneas. Maridos, mulheres e filhos têm que estar necessariamente separados, cada um numa célula só de homens, só de mulheres, só de meninos, só de meninas, e ainda de acordo com a sua idade.
Deve haver flexibilidade para que na mesma igreja coexistam células homogêneas e células heterogêneas. Os casais podem congregar juntos se esse for o seu desejo, assim como existem jovens solteiros que se sentem melhor numa célula de adultos com vários casais. Relacionamentos, afinidades, vinculações são mais importantes do que a estratificação etária e de gênero que valorizamos. As pessoas precisam ser bem cuidadas, conquistadas para esse ou aquele desafio, e não empurradas para fazer o que não gostam ou não entendem direito.
Precisamos de odre novos para o vinho novo. Mas Jesus nunca disse que existe um tamanho ou um formato correto de odre, fora do qual tudo o mais não serve. Devemos usar qualquer odre que seja necessário e útil para que o vinho novo produza crescimento e maturidade.
3D Livro TLC

Extraído do Livro “Treinamento de Líderes de Células” – Abe Huber & Ivanildo Gomes, MDA Publicações, 2010.
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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Conselhos Práticos para uma Célula bem-sucedida



conselhosNão basta implantar células na igreja. Não basta aplicar um programa bonito ou tentar reproduzir os valores e técnicas que deram certo na experiência de outros. Por outro lado, as experiências de outros têm muito a nos ensinar; algumas vezes nos dizendo mais “o que não fazer” do que propriamente “o que fazer”.
O sucesso das células depende de um conjunto de fatores. São fatores humanos, fatores divinos e fatores organizacionais. Todos eles, operando juntos, garantem que as células cumpram os propósitos para as quais Deus e a igreja os projetaram.
O que se segue são princípios testados e retestados nos pequenos grupos de centenas de igrejas praticantes do MDA pelo Brasil inteiro. Não somente as igrejas do MDA, mas toda boa igreja celular os pratica com sucesso. Pratique-os e veja a diferença nos seus discípulos, nas suas células e na igreja toda.
1 | LOCAL DE REUNIÃO AGRADÁVEL E ACOLHEDOR
Isto deve começar pelos moradores da própria casa, que devem ser os primeiros a acolher bem todo mundo. Os bancos ou cadeiras devem ser confortáveis e dispostos em círculo, de maneira que todos possam se olhar de frente. Deve haver boa iluminação, nem fraca nem excessiva. Evite ambientes de muita circulação de pessoas, como comércio, corredores, televisão ligada em cômodos vizinhos, etc…
2 | A DISPOSIÇÃO DAS CADEIRAS É IMPORTANTE
Para as reuniões, coloque as cadeiras em círculo. Fica mais fácil e prático para todos participarem. Além de dar um maior senso de intimidade, a comunicação olho no olho fica mais viável. Quando colocadas umas atrás das outras, numa disposição em que os membros ficam olhando para a nuca dos outros, cria-se um senso formal de auditório, de “igrejinha”.
3 | AS OFERTAS DEVEM SER ENCAMINHADAS PARA A IGREJA
O que recomendamos é que as ofertas sejam cuidadas pelo tesoureiro ou secretário da célula, que pode ser um dos auxiliares ou um membro responsável, encarregado dessa função. No final da reunião, o tesoureiro, com mais alguém, que pode ser o líder, conta as ofertas e coloca-as no envelope apropriado, escrevendo nele o valor, a data e assinando. É importante dizer para a célula toda qual foi o valor. O líder deve entregar esse envelope na próxima reunião da igreja, ou diretamente na tesouraria da igreja durante a semana, ou como for a política adotada por sua liderança. A célula não deve criar um “orçamento” particular e utilizar seu próprio dinheiro; ela é parte da igreja, e deve agir como tal em todos os sentidos.
4 | A CÉLULA NÃO DEVE TER UM PÚLPITO OU CÁTEDRA HOMILÉTICA
Num grupo pequeno não há pregação formal; não é um culto público. O propósito é que todos desenvolvam algum ministério que edifique os demais. Pode ser oração, exortação, consolação, conselho, correção, ensino ou qualquer outro tipo de ajuda. Mesmo as crianças podem compartilhar, de alguma maneira. Podem apresentar um cântico ou um versículo, ao final, por exemplo, ou um teatrinho… O Espírito Santo lhe ajudará a mobilizar todo o corpo de crentes. O líder é um facilitador, aquele que monitora a discussão e a participação dos membros, não um mestre de oratória.
5 | A CÉLULA NÃO DEVE ENCORAJAR MINISTRAÇÕES DE PRELETORES DE FORA
Muitos ministérios de células já foram vítimas dessa cilada, e alguns chegaram a sofrer danos terríveis. NÃO permita que pregadores de fora, desconhecidos ou sem cobertura, tenham influência sobre a reunião. Há muita gente que quer um palco para suas ideias. O líder da célula deve conduzir a reunião com isto em mente. Ele deve ser educado e polido com todos que visitam a célula, mas não deixá-los impor suas ideias e opiniões sobre o grupo todo. Para tanto, contamos com a sábia direção do Espírito Santo e o conselho de nossos supervisores.
6 | NÃO PERMITA CONVERSAS DE NEGÓCIOS NAS REUNIÕES DA CÉLULA
Sempre há aqueles que querem usar as reuniões para seus próprios propósitos, e isto não pode ser permitido. Alguns querem comprar ou vender alguma coisa, fazer pesquisa de preços, discutir aluguéis ou mensalidades, planos de saúde, Avon, Herbalife, Forever, ou promoções vantajosas. Os interessados, levando-se em conta que alguém na célula pode ajudar outro nesses assuntos, devem marcar um tempo para isso fora da célula, ou conversar no período de socialização que se segue ao final da reunião.
7 | ATENÇÃO ESPECIAL AOS NOVOS MEMBROS OU VISITANTES
O líder e os membros devem fazer questão de que cada pessoa que está vindo para a reunião da célula receba atenção especial, de acordo com suas necessidades, e também envolvê-la em algum ministério, quando for o caso.
8 | DEVE-SE PRESTAR ATENÇÃO ESPECIAL AOS CONFLITOS INTERPESSOAIS
Não permitir que conflitos sejam prolongados, e assegurar-se de que os membros que estão se desentendendo sejam reconciliados em amor. Garantir, a todo custo, que as fofocas e ressentimentos nem sequer se aproximem do grupo, mas, se acontecer, resolver o mais rápido possível, com amor e firmeza.
9 | TER REUNIÕES DE ORAÇÃO E INTERCESSÃO
Um dos momentos em que esta reunião pode ser feita é nos trinta minutos que antecedem o início da reunião, no próprio local. Porém, aconselha-se que a célula tenha uma reunião específica de oração, em horário diferente que a reunião da célula. Seja feito de acordo com a realidade e as configurações de cada grupo. Muito mais do que o planejamento e o carisma dos líderes, é a oração que faz toda a diferença.
10 | FAZER QUESTÃO DE QUE TODAS AS FAMÍLIAS PARTICIPEM DAS CÉLULAS
O alvo de Deus é alcançar famílias inteiras, onde todos os seus membros sejam discípulos fiéis do Senhor Jesus. Assim, a partir da célula, devemos lutar para ver nossa comunidade se tornar cada lar uma igreja, cada pessoa um discípulo, cada discípulo um líder reprodutivo. Não apenas as mulheres e as crianças sendo ganhos, mas os pais e os maridos, como cabeças responsáveis de seus lares.
11 | LEMBRAR-SE DE CELEBRAR CADA ANIVERSÁRIO E EVENTOS ESPECIAIS DAS FAMÍLIAS
Datas de nascimento, aniversário de casamento, bodas de prata, bodas de ouro, etc. Façam uma surpresa, cantem parabéns, soprem velinhas e partam um bolo. É um bom momento para convidar parentes e amigos não crentes do aniversariante. E aquele homenageado vai ficar cada vez mais firme com Jesus e mais comprometido com o grupo.
12 | DELEGAR RESPONSABILIDADES O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL
É assim que novos líderes são formados com qualidade e segurança. Outros devem compartilhar as responsabilidades de liderar a célula e cuidar das pessoas. O ideal é que alguns deles amadureçam até que possam liderar suas próprias células, e também multiplicá-las segundo o mesmo código. Desta forma, a igreja cresce de uma maneira ordenada.
Além dessas, há várias outras atividades importantes que devem ser praticadas na célula, como a realização da Santa Ceia, almoços de confraternizações, retiros, mutirões de evangelização, vigílias, visitas a hospitais, presídios, asilos, etc… Como o Espírito Santo é criativo e dinâmico, Ele dará a sabedoria e a direção correta para que cada igreja e cada célula definam a ordem e a maneira como implementar essas e outras ferramentas para o crescimento qualitativo e quantitativo da célula, e da igreja toda, por extensão.
Revista MDA

Extraído da Revista MDA, Ano 1 – N° 01/2013 – Texto adaptado do Livro Treinamento de Líderes de Células – Abe Huber & Ivanildo Gomes, Editora Premius, 2010.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Andar em aliança e fidelidade



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02_12_2013_11_38_6d724cbbabc18f8d7b1317bf6419d2ffÉ certo que todo discipulador deve estar disposto a perder na relação; é um desconforto para todo aquele que só entra nesse compromisso por uma decisão de servir o Reino apenas na formação de crentes maduros. É impossível entrar na prática do discipulado sem uma alta dose de revelação e decisão em abraçar o Princípio da Cruz. Exitem discípulos que não tem entendimento de que a fidelidade no compromisso é um dos principais traços do caráter. São volúveis, vivem de festa, e do mesmo jeito tempestuosos que chegam, se vão. Entram na nossa intimidade, usam-na e traem o compromisso com a mesma fidelidade com que estabelecem o vínculo. Desqualificam-se a si mesmo diante da Igreja e de Deus, são libélulas crentes: cada dia num lugar diferente. Esse é o traço que caracterizou Judas. Quando, finalmente, Jesus mostrou suas fraquezas, na ocasião do lava-pés, ele o abandonou, quebrando o vínculo. Os demais discípulos não quebraram a aliança; ele sim.
A trajetória normal de todo vínculo de discipulado é um dar-se a conhecer progressivo ao discipulador. Se antes havia idealização, agora o padrão é a realidade. Discípulos carnais como Judas, que desejam ser super-homens, quando percebem os primeiros traços de humanidade, quebram os vínculos e abandonam a relação, ignorando que é nesse exato momento em que se dá a hora crucial do vínculo. É nesse contexto que mostramos nosso caráter à fidelidade ou à carnalidade. É fácil servir aos fortes; mas é renúncia e maturidade tomar a mão de uma pessoa maior que eu, que despojou da sua posição, conforto e segurança para fazer-se igual e honrá-la, porque escolheu ser o menor. Foi o que o Pai fez em relação a Jesus. Um discípulo deve ser fiel e honrar ao discipulador que se humilha. Este é o espírito da Cruz.
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Extraído do Livro “Discipulado Fácil” – Elvis Oliveira, Editora Premius, 2010.
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Fazendo a unção do líder


samuel-unge-daviA consagração do novo líder não é uma regra que tenha de ser seguida à risca, porém é algo motivador e tem fundamento bíblico, tanto no Antigo como no Novo Testamento. Por exemplo, em Números 11. 16-17, lemos:
“Disse o SENHOR a Moisés: Ajunta-me setenta homens dos anciãos de Israel, que sabes serem anciãos e superintendentes do povo; e os trarás perante a tenda da congregação, para que assistam ali contigo;tirarei do Espírito que está sobre ti e o porei sobre eles; e contigo levarão a carga do povo, para que não a leves tu somente.”
Esta unidade de espírito é extremamente necessária para o trabalho de células, o que significa saber agregar valores. Nós sabemos que não é possível crescer no ministério sem bons cooperadores que tenham o mesmo espírito.
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Extraído do Livro “As quatro colunas do MDA” – Rone Feijão, MDA Publicações, 2014.
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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Como proceder com as pessoas que se decidem por Jesus



famíliaQuando houver uma decisão por Jesus, é importante trabalhar a mentalidade das pessoas, falando sobre a necessidade que todos nós temos de procurar a renovação da mente, e de congregar em uma célula. Se todas as condições forem favoráveis, o próprio GE pode tornar-se uma célula. Esse tipo de reunião transforma famílias inteiras pelo amor de Jesus e a atitude de irmãos carinhosos.
Procure envolver a todos de uma forma muito gostosa para que eles possam conhecer a igreja local e ir aos cultos de celebração.
Logo que cheguei em Fortaleza, começamos aos poucos a implantação da igreja. Naquele tempo ainda não tínhamos tantas pessoas para cuidar. Então, eu e minha família começamos vários Grupos de Evangelismo durante a semana, e foi um grande sucesso. Ganhamos muitas pessoas para Jesus e transformamos alguns desses Grupos de Evangelismo em células.
Um dos Grupos de Evangelismo que transformamos em célula era bem distante, em outra cidade, localizada a 40 km de Fortaleza. Toda semana, às sextas-feiras à noite assim que as crianças chegavam da escola, saíamos com a família para essa cidade, a fim de fazer as reuniões. Apesar de já ter certa experiência com esse tipo de trabalho, eu não estava muito entusiasmado, pois não via uma solução para levá-los a congregar depois que se convertessem. Porém fui surpreendido por uma explosão de crescimento. Assim, depois de um tempo, convidei alguns discípulos para me ajudarem a discipular os novos convertidos. Foi daí que se originou a primeira Igreja da Paz fundada no interior do Ceará, na cidade de Horizonte, em 2008.
Como eu disse anteriormente, esse fenômeno acontece em todas as camadas sociais. Um exemplo disso é um empresário recém- convertido que queria evangelizar seus funcionários e veio me pedir ajuda. Propus-lhe que começássemos um Grupo de Evangelismo na sua empresa uma vez por semana, durante quatorze semanas. Ele concordou, e foi outro grande sucesso. Quase todos os funcionários que participavam daquela reunião entregaram suas vidas para Jesus.
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Extraído do Livro “Grupo de Evangelismo: A Plataforma para o Crescimento da Igreja” – Rone Feijão, MDA Publicações, 2012.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Devemos passar tempo de qualidade juntos



stock-footage-old-man-teaching-his-elderly-friends-to-use-a-new-tablet-pc-in-a-park-of-romeGastem tempo juntos. Certo pastor, cujo ministério tem sido caracterizado pelo desenvolvimento de líderes, disse que não faz nada sozinho no ministério. Se ele visita um enfermo, se vai ministrar numa igreja, mesmo quando vai ao banco, sempre trata de ir acompanhado de algum outro homem em que ele está investindo tempo e esforço. Talvez o papel mais importante do discipulador seja o de ser modelo para o discípulo.
Elias levou tanto Eliseu consigo para todo lugar que, mesmo depois de ser arrebatado na carruagem de fogo, seu ministério continuou. Continuou com o mesmo caráter, mesmas virtudes, mesma seriedade, mesmo impacto e mesma aprovação diante de Deus. Na verdade, foi até maior, pois, como Eliseu mesmo pediu, recebeu porção dobrada do espírito de Elias.
 
3D Livro - Ide e Fazei Discipulos
Extraído do Livro “Ide e Fazei Discípulos” – Abe Huber & Ivanildo Gomes, MDA Publicações, 2012.
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